26 junho, 2016

Ou isto ou aquilo...



















A proposta desta atividade ocorreu na interdisciplina Literatura Infantojuvenil e consistia em planejar uma atividade, com os alunos, explorando o  poema como um gênero textual superinteressante de se trabalhar em sala de aula.
Escolhi a poesia  de Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo, pois achei apropriado para os alunos do 2º ano.
Os obras da poetiza dedicada ao público infantil, são marcadas pela musicalidade.
Ou isto ou aquilo estabelece um paradoxo e nos remete aos dilemas de nossa dia-a-dia.
Confeccionei um livro sensorial para que os alunos além de ouvirem a poesia, pudessem ter uma experiência tátil também. Li em voz alta e fui folheando página a página do livro.  Após a leitura, o livro foi passado de mão em mão para que pudessem formular perguntas ou contar alguma curiosidade.
Escrevi a poesia de forma enigmática,em papel pardo, substituindo algumas palavras por suas gravuras,que posteriormente foram fixadas pelos alunos na medida que o texto era lido.
Trocaram ideias sobre o significado da poesia e o que ela representa.
 Alguns de seus comentários foram surpreendentes:
- Poesias são coisas do coração profe!
- O mundo precisa mais de poesia né?
Os alunos criaram histórias extremamente criativas, a partir das figuras mostradas no livro, ressalto a importância de trabalharmos com a oralidade diariamente.

13 junho, 2016

Uma breve história da humanidade

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Uma indicação de leitura do professor Crediné, Sapiens Uma breve história da humanidade, mostra a trajetória da espécie é como ela é traçada pela sucessão de três revoluções: a cognitiva (quando nos tornamos espertos), a da agricultura (quando moldamos a natureza a nosso favor) e a científica.
Fiquei interessada especialmente na revolução cognitiva, como ela ocorreu e seu vínculo direto com a  evolução da linguagem.
Homo sapiens é o único animal da Terra que acredita em fenômenos não reais: leis, dinheiro, deuses, nações, etc.  Conseguimos, então com o livro, visualizar  o homem percebendo-se ao longo dos tempos,  como ele foi transmitindo conhecimento e gerando cultura.
O livro apresenta algumas pistas no caminho do entendimento da cognição,basicamente um grande quebra-cabeça,  unimos alguns pontos para tentar revelar o processo da aquisição do conhecimento e também estabelecemos alguns elos importantes desse emaranhado, porém ainda dispomos de poucas certezas.
Apesar  dos sapiens arcaicos se parecessem exatamente conosco, apresentavam grandes limitações quanto aos seus aspectos cognitivos, tais como memória, aprendizado e comunicação.
A invenção de barcos, arcos e flechas, agulhas para costurar roupas quentes, aparecem como conquistas oriundas de uma revolução nas habilidades cognitivas dos sapiens.
O surgimento de novas maneiras de raciocinar e se comunicar, entre 70 mil anos a 30 mil anos atrás, constitui a Revolução Cognitiva.
Recomendo o livro para quem busca conhecer o passado da humanidade, estabelecendo assim um elo de entendimento com o presente.


22 maio, 2016

Mapas Conceituais
São estruturas esquemáticas que representam conjuntos de ideias e conceitos dispostos em uma espécie de rede, representando mais claramente a exposição do conhecimento e organizando segundo a compreensão cognitiva do seu idealizador. 
E foi na aula do Seminário Integrador que descobri como essa ferramente pode me auxiliar, tanto em meus estudos bem como para organizar melhor minhas ideias.
Ao aprofundar o tema encontrei esse esquema interessante para não perder o foco, organização é a base de tudo então sempre vale a pena estabelecer metas e colocá-las em prática.





11 maio, 2016

Seminário Integrador III

O que é possível aprender a partir da pesquisa?

Essa foi a pergunta desafiadora do professor Crediné no encontro de 10/05.  Dos grupos estabelecidos surgiram vários conceitos e algumas polêmicas.
Vimos então a importância da pesquisa para trabalharmos com projetos de aprendizagens.  Para ser sincera nunca fui muito fã dos projetos de ensino e para ilustrar minhas descobertas desta aula, fiz um pequeno comparativo entre essas duas metodologias.







Estabelecido algum entendimento entre metodologias, o próximo passo foi inquietar a turma no sentido de construir uma listagem de perguntas.
Que tipo de pergunta? Com cunho filosófico, religioso, político ou apenas curiosidades corriqueiras!
A aula foi tão interessante que lá estava eu às duas horas da manhã pensando e já listando algumas destas dúvidas... 








Sugestões bibliográficas:
file:///C:/Users/Windows%208.1/Downloads/me003153.pdf

Yuval Harari  - SAPIENS – UMA BREVE HISTÓRIA DA HUMANIDADE




Projeto de Aprendizagem


A tecnologia é vista como uma aliada em projetos de aprendizagens, meio onde o professor poderá gerenciar a interconectividade entre tempos diferentes, ao mesmo tempo poderá manter a identidade do sujeito na interação coletiva.
O que isso significa?  Que cada fez mais o professor precisará conhecer, entender e aceitar as novas tecnologias.
Expressões tais como:
- Não entendo nada informática!
- Não sei lidar com essas novidades!
Terão que dar espaço a outro tipo de comentário:
-Preciso me atualizar!
-Vou procurar novas fontes de conhecimentos!





10 maio, 2016

Aprendizagem por pares



Nossa professora Tânia falou em aula sobre esse tema, particularmente acho bastante interessante e vale claro, uma postagem.
aprendizagem por pares sugere que as atividades educacionais sejam realizadas para facilitar ou incentivar as interações aluno-aluno, o que requer envolvimento de todos os participantes no planejamento e na realização de atividades. 
A palavra "par" indica indivíduos que são similares em posição, idade e interesses, sendo portanto, da mesma geração ou nível social ou etário.
Essa interação proporcionada em sala de aula é de uma riqueza ímpar, pois os alunos trocam experiências e constroem hipóteses solidificando  o processo ensino-aprendizagem.
Muitas vezes acontece, essa troca, não de forma planejada. Devemos observar aquele burburinho que fazem ao londo da aula, muitas dessas "conversas" são trocas de conhecimentos, fazem ajustes na maneira de raciocinar e estabelecem novos saberes à medida que trocam conhecimento. 

03 maio, 2016








Segundo Quadros, assim como as línguas faladas às línguas de sinais não são universais: cada país apresenta a sua própria língua. No caso do Brasil, tem-se a LIBRAS e que atende o regionalismo, pois cada local guarda características específicas.
Essa língua é um elemento essencial para a comunicação e fortalecimento de uma identidade Surda no Brasil.
A educação inclusiva se orienta pela perspectiva da diversidade, com metodologias e estratégias diferenciadas, cuja capacitação do professor passa pelo conhecimento sobre a diversidade, com a família, responsabilidade para com o exercício da profissão.
Por isso, Libras,tornou-se disciplina obrigatória na formação de docentes.  Assim o professor, poderá estipular uma metodologia específica para atender de forma coerente seu aluno.
Em nossa primeira aula, imergimos neste mundo até então desconhecido. Descobrimos que além de contar com uma língua própria, os surdos, também tem material e recursos feitos especificamente para atender suas necessidades, tais como livros e aparelhos com tecnologia adaptada.

Ao final desta fantástica aula fui  surpreendida com uma questão interessante:
- Então o surdo vive no silêncio? (aluno-ouvinte)
- Não, ouvimos sim, só que ouvimos com os olhos! (professor-surdo)







01 maio, 2016

Plasticidade neuronal e a importância da música!!!


Plasticidade neuronal é o nome dado a essa capacidade que os neurônios têm de formar novas conexões a cada momento. Por isso, crianças que sofreram acidentes, às vezes gravíssimos, com perda de massa encefálica, déficits motores, visuais, de fala e audição, vão se recuperando gradativamente e podem chegar à idade adulta sem sequelas, iguais às crianças que nenhum dano sofreram.
Há tempos vem se falando sobre as influências da música sobre a atividade mental. O que percebe-se através deste vídeo é que a música requerer múltiplas funções cerebrais, tais como a função auditiva para escutar e apreciar a harmonia, ritmo, timbre, a função motora para execução instrumental e, mais fascinante, as funções cognitivas e emocionais para a interpretação e representação musical interior.

Fonte:http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/plasticidade-neuronal/

Memória auditiva


Primeira aula de Música na Escola com a professora Leda Maffioletti foi extremamente representativa para tentar conceitualizar a musicalidade.
É a musicalidade que capta e diferencia os diversos teores da música e chaveia: isto vai para o cérebro, isto para o coração. O que vai para o cérebro é a parte da letra e os sons que nos são agradáveis ou não, ou seja, a parte física e racional da música. O que vai para o coração é a emoção destilada, em seu estado mais puro.
Através de minha memória auditiva, relembrei canções de minha infância.  Sensações gostosas que há muito andavam obscurecidas pela correria do dia a dia.
Apesar de sempre achar que não fui contemplada com o dom da música, percebi através da aula, que minha concepção estava errada, pois todo o ser humano é um ser musical e somos possuidores de uma capacidade natural para desenvolver esta habilidade.
Já no útero materno estamos predispostos a uma gama infinita de sons e na infância desenvolvemos preferências musicais, que dependerá principalmente do meio ao qual estamos inseridos.
Convencida desta minha capacidade já consigo sentir segurança necessária para trabalhar com música através de metodologias diferenciadas.


20 abril, 2016

Uma viagem fantástica



Iniciando esta viagem fantástica, na interdisciplina Literatura Infantojuvenil e Aprendizagens.
No conteúdo programático aparece os contos de fadas, é sem dúvida o gênero textual que evidencia preferência entre as crianças, pois costumam ser o primeiro contato com a literatura.
Fiz uma pesquisa quanto sua origem, pois já havia feito um curso sobre o tema e achei interessante pontuar essa questão.
Um pouco de história:
No começo, os contos ainda não eram de fadas. As histórias originais pouco lembram as histórias que conhecemos hoje e, em sua maioria, apresentavam enredos assustadores que dificilmente fariam sucesso nos tempos atuais. Isso porque hoje respeitamos e conhecemos o significado da palavra infância e porque, há algum tempo, alguns escritores, como o francês Charles Perrault, adaptaram alguns contos para que eles pudessem ser mais bem aceitos pela sociedade. Posteriormente, os Irmãos Grimm e o dinamarquês Hans Christian Andersen deram segmento à proposta de Charles Perrault, com narrativas mais suaves, cujos desfechos culminavam em uma “moral da história”. Para citarmos um exemplo de como os contos foram modificados, na história “Cachinhos Dourados”, a menina que invade a casa de três ursinhos e mexe em todas as coisas deles não existia, a personagem, na verdade, era uma raposa, que ao final era jogada pela janela. Outras versões trazem um desfecho trágico, em que os “ursinhos” decidiam devorar o animal intruso.
A interdisciplinaridade do nosso curso se faz presente em muitos instantes e esse é um deles, pois vimos na disciplina de Infâncias de 0 à 10 como ela foi constituída ao longo dos séculos e agora mostrando-nos que a literatura foi adaptada às necessidade do infante como conta a história.


Meio de transporte favorito: - O livro...

Literatura Infanto Juvenil

Lendo sobre o tema uma expressão chamou minha atenção: - A literatura infantil juvenil é a porta de entrada ao mundo da leitura e da literatura.
Não só forma futuros leitores a literatura infanto juvenil, como também serve de caminho para iniciação do infante no mundo do letramento. Encontramos na literatura um grande e poderoso aliado no processo de alfabetização, auxiliando o entendimento da decodificação dos signos linguísticos. 
Além disso podemos citar também a função social da leitura, saliento a necessidade de formarmos leitores críticos capazes de abstrair o real significado do objeto em questão.
Os gêneros são os mais distintos, o  educador e aluno poderão selecionar obras que tragam significado especial para um determinado objetivo.


15 abril, 2016

Brincar não é importante...

Como assim? Explico em poucas palavras...
Brincar não é importante, é fundamental!!!!!!!
Na verdade o título é só para polemizar,depois de ler o acervo disponível da interdisciplina Ludicidade e Educação, só reforçou ainda mais minha crença.
Brincar é tudo de bom!!!!


Uma infância plena e feliz...







13 abril, 2016


Dificuldade para implementar novas ideias?


Em nossa aula presencial da interdisciplina Ludicidade e Educação, vivenciamos o lúdico através dos jogos sugeridos pelas professoras Tânia e Darli.
Brincamos, jogamos, estabelecemos regras, resolvemos conflitos, enfim desfrutamos de momentos prazerosos e cheios de significados.
Debatemos como poderíamos implementar essas atividades em sala de aula.  Refletimos também sobre os obstáculos encontrados para avançar mais neste sentido.
Das dificuldades citadas, a falta de recurso é a que me deixa mais preocupada, não que as outras sejam menos importantes, mas haja imaginação para a escassez de verba.
Encontrei na criatividade a resposta para alavancar projetos e construir materiais. Então resolvi criar um baú itinerante, acrescento novos itens todos os anos. São fantasias, livros, brinquedos, jogos confeccionados  com sucatas.



Qual é  novidade? Nenhuma, pois  sei que muitos colegas também acabam investindo em materiais para seus alunos com recursos próprios, mas essa foi a forma que encontrei para que um número maior de alunos usufruíssem um pouco deste universo.
Todo final de ano levo os materiais comigo para que outras crianças aproveitem essas ferramentas, mas deixo para meus alunos a oportunidade de vivenciarem aprendizagens mais consistentes.
Uma educação genuína não é realizada apenas com papel e lápis.
Para driblar tantas dificuldades escolhi o slide acima e achei bem oportuno. 
     - Vamos lá faça as coisas acontecerem, nem sempre respostas prontas são a garantia para um passo certo, inove!!!!!!!!





12 abril, 2016

Vida Adulta x Infância





A reflexão desta postagem diz repeito ao brincar na infância e sua importância em nossa vida adulta.
O filme indicado foi Duas Vidas, conta a história de um empresário bem sucedido que vive de forma egoísta e mesquinha.
O personagem Russ se vê as voltas com um garotinho de oito anos, que descobre ao longo do filme ser ele mesmo.
O convívio de ambos ajudará Russ a relembrar sua infância, na tentativa de tornar-se o adulto que sonhava ser quando pequeno.
Experiências da infância deixam marcas para a vida toda. Somos o produto desses acontecimentos.
Esse mergulho do personagem, faz com que ele perceba os valores reais e genuínos que muitas vezes abandonamos em nossa vida adulta.Fica perceptível, através do filme, o quanto utilizamos mecanismos de defesa a medida que crescemos.
Brincar, fantasiar e acreditar em novas possibilidade fazem parte da infância, mas que caminho posso sinalizar  ao meu aluno para que possa se transformar em um adulto mais feliz?
De que vale o conhecimento, se perdemos a sensibilidade infantil?
Acredito que o professor é um semeador, temos o poder de transformar fantasias infantis em projetos reais. Esse presente que constituímos com nossos alunos, através de jogos, desafios e brincadeiras aguçarão seus intelectos, para a constituição futura de suas personalidades.


27 março, 2016

Considerações a respeito de postagens significativas para o blog