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09 junho, 2015



Vista minha pele
        Assistindo ao filme: Vista minha pele a primeira palavra que veio em minha mente foi empatia.  Não tem como ver o filme e não se colocar na  própria pele da protagonista.
Viver em uma realidade onde tudo está voltado para uma determinada raça é cruel: mídias, produtos, serviços, brinquedos enfim um universo de possibilidades voltado para atender especificamente uma única cultura.
Um dos assuntos que realmente despertou meu interesse foi o multiculturalismo, pensar na prática o que eu posso fazer "hoje" para repensar certas posturas é instigante e desafiador.
Para começar trabalhei com meus alunos a identidade de cada um nome e sobrenome,  explorando em casa seus antepassados e sua própria história.
Em um segundo momento li para eles o livro Menina Bonita do Laço de Fita, já havia trabalhado com este livro várias vezes, mas desta vez foi diferente, pois trabalhar este tema com um embasamento teórico ficou muito mais consistente o resultado.
E o trabalho seguirá buscando outros recursos e algumas mídias diferentes, com o intuito de ampliar o contexto de meus alunos e despertando neles novos olhares, sobre raças, culturas, hábitos e histórias de outros povos.






19 maio, 2015

Multiculturalismo
O multiculturalismo é o reconhecimento das diferenças, da individualidade de cada um. Daí então surge a confusão: se o discurso é pela igualdade de direitos, falar em diferenças parece uma contradição. Mas não é bem assim. A igualdade de que se fala é igualdade perante a lei, é igualdade relativa aos direitos e deveres. As diferenças às quais o multiculturalismo se refere são diferenças de valores, de costumes etc, posto que se trata de indivíduos de raças diferentes entre si.
No Brasil, o convívio multicultural não deveria representar uma dificuldade, afinal, a sociedade brasileira resulta da mistura de raças - negra, branca, índia - cada uma com seus costumes, seus valores, seu modo de vida, e da adaptação dessas culturas umas às outras, numa “quase reciprocidade cultural”. Dessa mistura é que surge um indivíduo que não é branco nem índio, que tampouco é negro, mas que é simplesmente brasileiro. Filhos desse hibridismo e tendo como característica marcante o fato de abrigar diversas culturas, nós, brasileiros, deveríamos lidar facilmente com as diferenças. Mas não é exatamente isso o que ocorre.


Como nosso curso começou abordando este tema e em minha sala de aula vem evidenciando-se alguns conflitos sobre raça e religião principalmente, achei pertinente abordar mais profundamente o tema com meus alunos.



Esta semana vamos trabalhar os tipos de raça e suas peculiaridades, logo estarei postando fotos dos trabalhos realizados.


Leituras para o tema, neste caso, especificamente sobre as questões de raça.