Memória auditiva

Primeira aula de Música na Escola com a professora Leda Maffioletti foi extremamente representativa para tentar conceitualizar a musicalidade.
É a musicalidade que capta e diferencia os diversos teores da música e chaveia: isto vai para o cérebro, isto para o coração. O que vai para o cérebro é a parte da letra e os sons que nos são agradáveis ou não, ou seja, a parte física e racional da música. O que vai para o coração é a emoção destilada, em seu estado mais puro.
Através de minha memória auditiva, relembrei canções de minha infância. Sensações gostosas que há muito andavam obscurecidas pela correria do dia a dia.
Apesar de sempre achar que não fui contemplada com o dom da música, percebi através da aula, que minha concepção estava errada, pois todo o ser humano é um ser musical e somos possuidores de uma capacidade natural para desenvolver esta habilidade.
Já no útero materno estamos predispostos a uma gama infinita de sons e na infância desenvolvemos preferências musicais, que dependerá principalmente do meio ao qual estamos inseridos.
Convencida desta minha capacidade já consigo sentir segurança necessária para trabalhar com música através de metodologias diferenciadas.
Primeira aula de Música na Escola com a professora Leda Maffioletti foi extremamente representativa para tentar conceitualizar a musicalidade.
É a musicalidade que capta e diferencia os diversos teores da música e chaveia: isto vai para o cérebro, isto para o coração. O que vai para o cérebro é a parte da letra e os sons que nos são agradáveis ou não, ou seja, a parte física e racional da música. O que vai para o coração é a emoção destilada, em seu estado mais puro.
Através de minha memória auditiva, relembrei canções de minha infância. Sensações gostosas que há muito andavam obscurecidas pela correria do dia a dia.
Apesar de sempre achar que não fui contemplada com o dom da música, percebi através da aula, que minha concepção estava errada, pois todo o ser humano é um ser musical e somos possuidores de uma capacidade natural para desenvolver esta habilidade.
Já no útero materno estamos predispostos a uma gama infinita de sons e na infância desenvolvemos preferências musicais, que dependerá principalmente do meio ao qual estamos inseridos.
Convencida desta minha capacidade já consigo sentir segurança necessária para trabalhar com música através de metodologias diferenciadas.
