08 abril, 2018

EJA

Não tive oportunidade de trabalhar ainda com essa modalidade, mas confesso que as leituras da interdisciplina deixaram-me curiosa a respeito de sua função.










Acredito que um dos grandes desafios da Educação de Jovens e Adultos, seja manter a permanência dos mesmos na modalidade.  Suponho que deva ser um esforço coletivo entre direção, corpo docente e comunidade neste que, acredito ser o maior desafio.
Evitar a evasão daqueles que por alguma razão não conseguiram acompanhar o ensino regular e que muitas vezes sentem-se à margem da sociedade.
Respeitar o conhecimento adquirido, pelo aluno, ao longo do tempo também faz parte da metodologia pedagógica da EJA.
O empoderamento dos indivíduos que são marginalizados, aqueles  não  alfabetizados, que podem ver na educação uma chance de melhoria de vida, sonho este  que muitas vezes lhe foi negado, o ato de aprender no ensino regular, pode ver na EJA um canal reparador para esses danos e uma nova janela para um futuro mais digno.

A dialogicidade freireana















A dialogicidade é a essência da educação como prática da liberdade, segundo Freire:


                                                                         











O diálogo consiste numa relação horizontal entre as pessoas envolvidas e entre as pessoas em relação. Nós, homens e mulheres, nos educamos juntos, em solidariedade e diálogo, na transformação e modificação do mundo dado. O saber de todos deve ser valorizado. O diálogo produz a conscientização libertadora e transformadora, ou seja, dialógica. 
Esse diálogo constituído junto ao aprendiz, deve ser constante, mesmo que muitas vezes tal exercício exija do educador paciência e tempo.  Saber ouvir, saber o que passa o como acontece o aprendizado em nosso aluno, é parte fundamental deste processo.
 Freire coloca o amor como fundamento do diálogo,  tornando-se então um ato de coragem em prol do crescimento.  Sendo assim não podemos  jamais utilizá-lo como um instrumento de dominação.










Fonte: FREIRE, P. (1998). Pedagogia do Oprimido. 25 ª ed. (1ª edición: 1970). Rio de Janeiro: Paz e Terra









16 março, 2018

Educar para conscientizar

Como fazer uma postagem essa semana, sem falar desse exemplo de luta...

Na minha timeline perambulam postagens tais como: "vítima do próprio discurso" ou "defendia bandido olha o que deu "...
Pelo amor de Deus, temos a liberdade de expressão, ainda, mas pensem antes de atestarem
tais sandices.
Quando acontece uma atrocidade como a ocorrida com essa guerreira, é o estado democrático de direito que está em jogo.
Querem que volte o passado, querem vivenciar novamente o que foi o AI-5, onde pessoas morriam por discordarem do regime vigente, pais de família, estudantes, mulheres críticas...desapareciam como que por encanto?
Essa mulher guerreira que foi executada, era a voz da favela, da mulher, do negro, do povo.  Por isso essa comoção,  pois se você ainda não entendeu é hora de voltar aos bancos escolares.
Vivencio diariamente o poder transformador da educação, posso e devo falar a respeito.
Outros tantos brasileiros morrem também nessa rotina de violência que vivemos. São homens, mulheres e crianças i n o c e n t e s que pagam o preço de uma guerra civil deflagrada há temos.
Tira o buzanfã  da frente dessa mídia manipuladora, que você assiste todos os dias, e  procura politizar-se, e para de falar tanta besteira!
E se você pensa em me dizer que viveu na época da ditadura e que tudo era diferente , muda o discurso,  pois não é isso que quero para minhas filhas, futuros netos e para todo o povo de bem.
Essa é minha missão como educadora, conscientizar, provocar o pensamento crítico, estimular uma escola emancipatória!!!!!! 
Tentaram calar a voz do povo, mas somos milhares, não conseguirão calar a todas!!!!!!!!!!!!!!!! 


10 março, 2018

Ensinar a ler textos sem palavras, assim interpretamos obras de arte

Iniciando a escrita do semestre, falando desses lindos desenhos realizados pelos meus alunos.
A escola tem a função social importante de oportunizar ao aluno, com toda a sua pluralidade e diversidade, um contato de qualidade com diferentes manifestações artísticas.


Na pintura vemos um homem com grandes pés e mãos, e ainda o sol e um cacto. Estes elementos podem representar o trabalho físico que era o trabalho da maioria naquela altura. Por outro lado, a cabeça pequena pode significar a falta de pensamento crítico, que se limita a trabalhar com força mas sem pensar muito, sendo então uma possível crítica para a sociedade daquela época.




A proposta com a turma, era interpretar a obra da pintora brasileira.  Logo ficaram curiosos em descobrir o por quê de pés e mãos tão grandes, e uma cabeça tão ínfima.
Suscitar a curiosidade de quem está olhando e despertar a reflexão, são essas algumas questões que a arte pode nos trazer.  Também alimenta nossa alma e acrescenta-nos conhecimento.
Foi uma experiência extremamente positiva com turma, pois ao término do trabalho já estavam trocando ideias a repeito da proposta de interpretar obras de arte.

03 dezembro, 2017

Inclusão...



Neste semestre tivemos o aprofundamento de questões como diversidade e inclusão, inevitavelmente não poderei me eximir de expor uma situação vivenciada agora no final do ano letivo, com meu aluno portador de necessidades especiais.
Infelizmente o aluno em questão é faltoso, porém quando está em sala participa entusiasticamente de todas as atividades propostas.
Percebi desde agosto, quando foi matriculado na escola, um incrível progresso tanto no cognitivo quanto no social.  Interage com todos os colegas, não apresenta nenhum tipo de agressividade e é extremamente carinhoso, também apresentou um ganho substancial em seu desenvolvimento.  
Atualmente já consegue reconhecer as cores primárias, conta e quantifica a até o número dez, reconhece todo o alfabeto e demostra uma autonomia significativa para realizar pequenas e médias tarefas.
Apesar de toda essa evolução que o aluno vinha apresentando, ele não tem comparecido mais as aulas. Um sentimento de frustração me assolou, quando penso nos avanços que ainda poderia alcançar.
Todos os alunos, sejam em suas dificuldades e incapacidades reais ou circunstanciais, físicas ou intelectuais, sociais, têm a mesma necessidade de serem aceitos, compreendidos e respeitados em seus diferentes estilos e maneiras de aprender e quanto ao tempo, interesse e possibilidades de ampliar e de aprofundar conhecimentos, em qualquer nível escolar.
Oferecer oportunidades para que as crianças se apoiem mutuamente para aprender; elas exercitam naturalmente a cooperação, quando dividem entre si suas tarefas e, principalmente, quando essa divisão é baseada no interesse e nas possibilidades de cada aluno, consequentemente a cooperação cria laços muito fortes entre os alunos.  
O mote da inclusão, representa o acolhimento de todos em uma instituição de ensino.  Não percebo essa inclusão como incômoda, mas sim como um novo desafio a ser vivenciado, respeitando a especificidade que cada um apresenta.
Então por que meu aluno não comparece mais as aulas, já que possui tantos direitos que lhe asseguram sua permanência em uma instituição de ensino?
A resposta infelizmente não é fácil, pois esbarramos em entraves que confesso às vezes são inúmeros e  intransponíveis.



27 novembro, 2017

As cegueiras do conhecimento.



Morin em As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão, atesta que todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. Segundo ele, a educação deve mostrar que não há conhecimento que não esteja, em algum grau, ameaçado pelo erro e pela ilusão.
Posso então afirmar que o conhecimento nunca é um reflexo ou espelho da realidade. O conhecimento é sempre uma tradução, seguida de uma reconstrução.
Outras causas de erro são as diferenças culturais, sociais e de origem. Cada um pensa que suas ideias são as mais evidentes e esse pensamento leva a ideias normativas. Aquelas que não estão dentro desta norma, que não são consideradas normais, são julgadas como um desvio patológico e são taxadas como ridículas. Isso não ocorre somente no domínio das grandes religiões ou das ideologias políticas, mas também das ciências. 











Fontes:Os sete Saberes Necessários a Educação do Futuro
MORIN, Edgar. Cortez, São Paulo,2002
Morin, Edgar. Publicado no Boletim da SEMTEC-MEC Informativo Eletrônico da 
Secretaria de Educação Média e Tecnológica – Ano 1 – Número 4 – junho/julho de 2000. 

23 outubro, 2017

Apresentação no Salão de Ensino UFRGS


"O Salão de Ensino é um espaço de diálogo, divulgação e discussão dos processos educacionais a partir das produções acadêmico-científicas, bem como da experiência de práticas educadoras ocorridas envolvendo ações de discentes e de docentes da UFRGS, que resultem na qualificação da formação na Universidade."

Minha primeira participação no Salão de Ensino-UFRGS, foi inicialmente para experienciar um novo desafio.  
Levar a sério o trabalho de professor pesquisador, passa essencialmente por esse tipo de experiência também, pois precisamos melhorar nossa escrita, para aperfeiçoarmos constantemente nossas publicações.
Escrever com êxito em contextos acadêmicos, implica inexoravelmente, relatar nossas práticas e pesquisas aliadas a boas fontes e metodologias.
Essa primeira incursão foi carregada de dúvidas, que foram dissipando-se, na medida que as demais apresentações iam ocorrendo, concomitantemente já projetando uma nova participação, para o ano que vem.







15 outubro, 2017

Dia do professor


Há 27 anos me formei, no antigo magistério, e preservo a mesma fluidez de quando recebi meu diploma.
Amo minha vocação, porque nenhum dia é igual ao outro.  Não gosto de rotina, ela me entendia, então todo dia proporciono aos meus alunos, novas experiências.
Não sou boa nem ruim, sou humana, suscetível ao comportamento alheio, retribuo quando recebo carinho e reflito quando ouço alguma crítica.
Cada dia que chego na minha sala, limpo minha classe e coloco uma flor em minha mesa, sabe por que faço isso, só para que meu tempo com meus alunos seja mais colorido.
Têm dias ótimos, e outros nem tanto, mas tudo se funde constantemente em um amálgama, porque são aprendizagens infinitas e que acabam por constituir meu ser.
A sala de aula é o nosso tempo e espaço, caracterizá-la é parte indispensável do nosso dia-a-dia.

14 outubro, 2017

Dilema moral


O dilema do antropólogo francês 

Claude Lee, antropólogo francês, há dez anos vive numa ilha de um arquipélago na Polinésia. Sua missão é pesquisar os hábitos dos nativos que lá habitam. Os costumes dos nativos são bastante diferentes dos costumes dos franceses, mas ele tem o cuidado de não julgar o modo como estes nativos vivem, porque tal avaliação sempre seria parcial. Como poderíamos abstrair sinceramente a concepção de mundo que herdamos da nossa cultura e avaliar imparcialmente todas as culturas? 
O antropólogo tem ainda outro argumento: qual seria a medida pela qual julgaríamos as culturas? Existem quesitos transculturais que nos permitem avaliar toda e qualquer cultura? A reposta do antropólogo é não: toda avaliação está condicionada pelo cultura do avaliador.  
Assim, Claude decidiu jamais interferir no modo de vida dos habitantes do arquipélago. Entre os costumes destes, existe o de considerar intocável o povo da ilha X, pois seriam feitos de uma substância diferente daquela da qual os seres humanos são constituídos, de tal modo que, ao se tocar um morador da ilha X, ele se transformaria em areia e água. 
 Num dia de temporal muito forte, um náufrago veio dar na ilha onde o antropólogo estava morando. Ele percebeu que este homem era habitante da ilha X e que estava bastante ferido, mas que poderia ser facilmente curado, desde que os nativos o cuidassem. Estes, contudo, por força de seu costume, não querem tocar no náufrago.  
Claude Lee, após refletir sobre o assunto, decidiu continuar não intervindo nos costumes dos nativos da ilha. 


Quantas vezes nós professores enfrentamos dilemas semelhantes, quando nos deparamos com alunos com dificuldade de aprendizagem. Alguns por falta de estrutura familiar, outros por apresentarem dificuldades e incapacidades reais ou circunstanciais, físicas ou intelectuais.
Costumo acolher esse aluno, ou faço como o antropólogo, deixando-o abandonado à própria sorte?
Cumprir o dever de incluir todas as crianças na escola, implica o reconhecimento de que o outro é sempre  diferente, pois a diferença é o que existe, e a valorização das diferenças que impulsiona o progresso educacional.
Como mediar e atender uma demanda tão diversificada, não esquecendo princípios morais e éticos?
Acredito que oferecer oportunidades para que as crianças se apoiem mutuamente para aprender, seja uma forma de atendê-las, assim elas exercitam naturalmente a cooperação, quando dividem entre si suas tarefas e, principalmente, quando essa divisão é baseada no interesse e nas possibilidades de cada aluno.  


13 outubro, 2017

Inclusão

Já tive a oportunidade de aprender muito, convivendo com um aluno com paralisia cerebral e outro  classificado com retardo mental moderado.
Cada dia era uma nova descoberta com relação as suas potencialidades, mesmo insegura com relação a uma série de questões, as mães destes alunos trouxeram-me um novo olhar.
Descreviam-me suas atividades em casa, faziam coisas que eu tinha medo de solicitar em sala, mas com o tempo e a confiança sendo constituída, percebi o quanto cada um de nós poderíamos crescer com estas experiências.
O auxílio da turma também representa uma importante parceria para o desenvolvimento de todos.  Em ambos os casos percebi colegas solidários e com disponibilidade para dividir o conhecimento.
Todos participavam de todas as atividades, onde porventura pudesse acontecer algum tipo de embaraço, prontamente tinha alguém para auxiliar, sempre é claro com a supervisão da profe.
Trocas amorosas que ressignificam pensamentos e valores.

12 outubro, 2017

Ser criança...

Esse ano o Dia da Criança, tem um significado muito especial.  Agora com uma turma🙌é possível refletir, mais lucidamente, sobre o que é ser criança.
Meu discurso para eles foi exaltar essa fase tão mágica de nossas vidas, pedi-lhes que aproveitassem ao máximo esse período, para que no futuro não lamentem as coisas boas que perderam.

Correr, brincar, descobrir, surpreender-se, curtir cada momento e ser feliz.
Problemas todos têm, apesar de pequenos alguns já trazem uma carga enorme, porém incentivá-los também faz parte de minha missão.
Ainda no primeiro dia de aula perguntei-lhes o que gostariam de ser quando grandes, as respostas foram as mais variadas.  Juíza, bombeiro, vários profes, mas tinham alguns que não sabiam ou não haviam pensado no assunto.  Inevitavelmente crescerão e talvez deixem para traz o sonho.  Alguns pela necessidade imediata de sobrevivência, largarão os estudos.  Outros seguirão firmes em seus propósitos, e quanto a mim sempre estarei incentivando, a todos, quanto a realização de seus objetivos.  

Parabéns a todos que são crianças e para aqueles que ainda se permitem ser.

Experiência com o Moodle


Descobri que minha atual escola possui um incrível 
laboratório de informática e que, atualmente, não está sendo aproveitado.  Já utilizei-o duas vezes, para pesquisa com os alunos.
A escola possui também uma boa internet.  Porém percebi que a maioria dos alunos não sabem pesquisar, então resolvi trabalhar com a mesma plataforma utilizada na graduação.
O Moodle apresenta um serviço gratuito, onde posso lançar os conteúdo e após  verifico, através das questões, o quanto cada um avançou em suas aprendizagens.


Moodle (Modular Object Oriented Distance LEarning) é um sistema gerenciamento para criação de curso online. Esses sistemas são também chamados de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) ou de Learning Management System (LMS).
O moodle é um software livre, que pode ser instalado em várias plataformas que consigam executar a linguagem php tais como Unix, Linux, Windows. MAC OS. Como base de dados podem ser utilizados MySQL, PostgreSQL, Oracle, Access, Interbase ou ODBC.
Estou na fase inicial do projeto, mas encontro-me otimista quanto ao uso desta nova ferramenta, dentro da aprendizagem em rede, tão pontuada em nosso curso.

09 outubro, 2017

Sincretismo religioso

Buscamos inspiração no sincretismo religioso, para conhecer diversas linguagens e formas de expressão.
Nosso vídeo, solicitado na inter, retrata exatamente o estudo da fusão de diversas doutrinas, das mais variadas origens, e como aconteceu essa mistura religiosa, em terras Tupiniquins.

Nosso objeto de estudo é D. Isaura que retrata essa fusão de crenças.  
Batizada na igreja católica, conta-nos a vidente, que há trinta anos teve uma experiência espiritual, onde foi designada para auxiliar às pessoas, tanto em males físicos, quanto psíquicos. Ela atende a todos os tipos de opções religiosas, excluindo veementemente  a magia negra.

Fizemos uma pequena amostragem das opções religiosas de nossos alunos e percebemos que a diversidade é grande, justamente por isso a importância de entendê-las, face ao desafio de divulgar e orientar a tolerância para vivenciarmos um convívio mais harmônico, entre as diferentes crenças.


08 outubro, 2017

Reconhecer as diferenças...

             
Reconhecer as diferenças e a especificidade que cada um, é  o compromisso de nós educadores(as).
Alto, baixo, cadeirante, negro, indígena, cada um traz uma imensa carga cultural.  Somos o fruto das diferenças e dos valores sociais, políticos, religiosos, étnicos entre outros, que nos permeiam.
Os alunos apresentam singularidades, que enriquecem minha  condição de eterna aprendiz.
Entendê-los, no dia-a-dia, faz parte do meu aprendizado, para que assim eu possa avançar  em múltiplas questões.
A pedagogia tem me reservado momentos especiais.  Um deles foi, começar a ouvir mais, o que cada um tem de importante para ser dividido.  
Explicitaram  os medos, a raiva, alegrias e tristezas a partir dessa interação, obtive um grande avanço comportamental com todos.
Falaram principalmente de suas angústias, então pude entender, o que passa na cabeça de cada um.  Comecei a montar estratégias para canalizar um pouco essa energia.
Introduzi o Mindfulness:


Com a meditação, vivenciamos o momento presente.  Através desta percepção consegui alunos mais concentrados e calmos.   Não é uma técnica "milagrosa", mas pode auxiliar enormemente nosso trabalho. 

Revolução Cognitiva



Sapiens Uma breve história da humanidade, que Karnal comenta na entrevista, mostra a trajetória da espécie humana, e  como ela é traçada pela sucessão de três revoluções: a cognitiva (quando nos tornamos espertos), a da agricultura (quando moldamos a natureza a nosso favor) e a científica.
O livro, citado pelo historiador,apresenta algumas pistas no caminho do entendimento da cognição,basicamente um grande quebra-cabeça,  unimos alguns pontos para tentar revelar o processo da aquisição do conhecimento e também estabelecemos alguns elos importantes desse emaranhado, porém ainda dispomos de poucas certezas.
Apesar  do sapiens arcaico se parecesse exatamente conosco, apresentava grandes limitações quanto aos seus aspectos cognitivos, tais como memória, aprendizado e comunicação.
O surgimento de novas maneiras de raciocinar e se comunicar, entre 70 mil anos a 30 mil anos atrás, constitui a Revolução Cognitiva.