28 dezembro, 2016

Enchendo balões


Reagentes e material necessário
* 3 Garrafas pet
* 1 Funil
* 3 Balões
* Vinagre
* Bicarbonato de sódio
Procedimento Experimental:
Distribua o vinagre nas garrafas de plástico, 50, 100 e 150ml em cada uma;
Coloque 3 colheres de chá de bicarbonato de sódio dentro dos balões com o auxílio do funil;
Prenda os balões aos gargalos das garrafas;
Observe como os balões vão enchendo à medida que o bicarbonato cai sobre o vinagre.
Explicação

O ácido acético do vinagre reage com o bicarbonato de sódio libertando dióxido de carbono. À medida que se forma mais gás, a pressão dentro da garrafa aumenta e o balão enche.














Curiosidades que surgiram:
- Se a garrafinha for toda preenchida com vinagre e bicarbonato poderá explodir o balão?
- Profe a água com gás e feita assim, com bicarbonato? O vinagre ficou cheio de bolhas!
Demonstraram surpresa ao presenciarem o aumento progressivo da quantidade de reagentes. Então a partir da pergunta, se o balão poderia explodir, propus que tentássemos fazer o experimento colocando uma quantia maior de vinagre e bicarbonato.
Sim o balão explodiu e foi uma farra, fez uma lambança e alguns ainda reclamaram do cheiro do vinagre na sala.
Quanto a segunda pergunta expliquei que se as empresas adicionassem bicarbonato na água alteraria o sabor e que para gaseificá-la era necessário um outro processo. Retira-se o oxigênio presente no líquido e injeta-se, em seu lugar, gás carbônico.
É muito interessante observar como eles avançam progressivamente em suas dúvidas. Porque a partir do momento que elucidamos a primeira questão, eles já estavam apresentando novas interrogações.


20 dezembro, 2016

Projetos de Aprendizagens


No Seminário Integrador, no Eixo IV, trabalhamos com os Projetos de Aprendizagem (PAs).  Quando falamos deste tipo de projeto ressaltamos que sua origem surge a partir de questões levantadas pelo próprio autor, ou seja, pelo sujeito que vai construir o conhecimento.
 Segundo Fagundes (1999 p.13),  ” o aprendiz aqui é entendido como sujeito de aprendizagens, no seu sentido pleno, que determina caminhos e orienta seu próprio processo de aprendizagem, num processo coletivo e individual”.
A tecnologia é vista como uma aliada em projetos de aprendizagens, meio onde o professor poderá gerenciar a interconectividade entre tempos diferentes, ao mesmo tempo poderá manter a identidade do sujeito na interação coletiva.  O que isso significa?  Significa que cada fez mais o professor precisará conhecer, entender e aceitar as novas tecnologias.  
Outros aspectos importantes que serão abordados no trabalhado com PAs, é a ideia ou o conhecimento prévio que o aprendiz tem a respeito do seu objeto de estudo, assim juntamente com a pesquisa e a sistematização do pensamento, poderão conceber o conhecimento específico.
Costa e Magdalena (2010), afirmam que para iniciar um Projeto de Aprendizagem é necessário a definição de uma questão central, determinando o que investigar.  É também importante a organização de um conjunto de certezas provisórias e dúvidas temporárias, estas que darão suporte ao longo da pesquisa, podendo também o professor prever a amplitude do projeto a partir dos conhecimentos prévios que seus alunos apresentam.
                                    
Foi seguindo este passo a passo que meu grupo começou a se organizar para montar um PA.  Esta é a primeira vez que trabalho com esse tipo de projeto e encontrei inicialmente dificuldade para absorver todo o contexto e desenvolver a pesquisa.  A troca de ideias entre colegas foi fundamental importância, para que o projeto fosse adiante.
Ficou claro após essa atividade a diferença entre projeto de ensino e projeto de aprendizagem.  O trabalho com projeto de ensino foi bastante evidenciado quando cursei o magistério, nele o professor é o mentor das atividades e o aluno só recebe o conhecimento, diferentemente dos PAs onde o professor é o orientador, e o aluno constrói o conhecimento de forma colaborativa.

Mapas Conceituais



São propostos como uma estratégia facilitadora de uma aprendizagem significativa. Professores e alunos podem ter, através dos mapas conceituais, a possibilidade de maior compreensão de sua própria aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento de muitas habilidades que levam a organização e construção do conhecimento. 


19 dezembro, 2016


O professor dos espantos










"A missão do professor não é dar respostas prontas.  As respostas estão nos livros, na internet.  A missão do professor é provocar inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade." Rubem Alves



A Serpente do Faraó




















Neste experimento vamos fazer a tão famosa Serpente do Faraó! Um dos experimentos mais legais e clássicos da Química, mas temos que lembrar que a segurança vem em primeiro lugar! Este experimento pode ser feito em casa, mas oferece riscos e deve ser acompanhado por um Adulto Responsável!




Os ingredientes para a experiência são:

  • Açúcar
  • Bicarbonato de sódio
  • Álcool (ou fluido de isqueiro)
  • Areia
  • Forma de alumínio
  • Liquidificador
  • Garrafas de plástico




O açúcar comum é a sacarose e o bicarbonato de sódio é o sal hidrogenocarbonato de sódio ou carbonato ácido de sódio.
Quando a sacarose queima, ocorre a sua combustão completa e, assim como ocorre com todos os compostos formados por carbono, hidrogênio e oxigênio, os produtos liberados são dióxido de carbono e água:
Além disso, nesse processo também ocorre a combustão incompleta da sacarose, em que um dos produtos é o carbono, constituinte do carvão. É por isso que se forma a estrutura de cor preta. O gás carbônico liberado tanto na combustão completa da sacarose quanto na decomposição do bicarbonato faz a estrutura de carbono inflar, crescendo, e é isso que dá o efeito de uma serpente subindo.




17 dezembro, 2016

Ciências e Sustentabilidade









Falar sobre sustentabilidade instiga a reflexão sobre a maneira que eu, professor, consumo e como me relaciono com o mundo à minha volta. Acho importante essa ponderação porque entender meu próprio comportamento perante as relações com a natureza, facilita a concepção que temos uma existência em comum.
Ensinar sobre sustentabilidade é necessário mais do que separar o lixo para reciclagem ou fechar a torneira enquanto se escova os dentes.  Precisamos compartilhar com o aluno essa experiência através de uma prática mais eficiente, aliada ao conhecimento do meio onde o educando está inserido. 
O encantamento dos estudantes pelo tema vem dessa troca com o professor, que motiva a turma a querer aprender, assim o relacionamento entre eles se torna mais intenso e sincero facilitando todo o processo de ensino-aprendizagem. 

14 dezembro, 2016

Livros Digitais:
o livro eletrônico como recurso pedagógico auxiliar ao ensino













Em um mundo mutável, percebemos a volatilidade e a instabilidade das relações pessoais. Como, na condição de educadores, podemos auxiliar o discente em seu processo identitário? Acredito não ser uma tarefa fácil, mas apontar referenciais, estudar a cultura e o meio auxiliam neste processo.
Necessariamente o sentimento de pertencimento vem atrelado a todo esse contexto citado.  Fazer parte de espaços coletivos, é a base da integração do indivíduo ao meio em que vive.  
Através de todas essas ideias, e partindo da necessidade de evidenciar a construção da identidade de cada um, sugeri aos alunos que fizéssemos um livro digital a respeito da cidade onde residem.  
Deveriam apresentar os pontos turísticos, mais interessantes, para um visitante. 
Fizeram um estudo do meio através da saída a campo. Entrevistaram moradores, selecionaram algumas fotografias e desenharam o que mais chamou-lhes a atenção.
O livro digital é uma ferramenta que pode enriquecer a prática diária do professor.

Para Benício (2003) essa modernidade é muito importante na democratização do saber e veio para complementar o livro impresso, de forma mais expressiva e dinâmica, dessa forma, ele pode ser utilizado como suplemento dos livros didáticos, possibilitando a inserção de novos conteúdos ou o aprofundamento em um tema já elucidado nos livros escolares. 
Quem são, onde vivem, se reconhecem no espaço que ocupam, que histórias culturais trazem consigo?  Estes aspectos são de fundamental importância para a construção identitária do indivíduo.
Ressalto, por fim, que a utilização do recurso digital sistematizou o conhecimento elaborado pelos alunos, revelando-se  um importante aliado no processo ensino-aprendizagem.
Para acompanhar este processo, abra o link abaixo e confira o resultado! 

http://www.livrosdigitais.org.br/livro/52806EDSLTH2UH?page=0

Os museus como espaços de identidades e de memória...

"O homem está na cidade
como uma coisa está na outra
e a cidade está no homem
que está em outra cidade"

Ferreira Gullar


Entrada do Museu Ashmoleano, fundado em 1683, o primeiro dos museus modernos

A proposta de Estudos Sociais, nesta semana,  é  o potencial pedagógico existente nos museus como espaços educativos das cidades.
O templo das musas, o Museion, deu origem a  palavra museu como local de cultivo e preservação das artes e das ciências.
Além do sentido etimológico da palavra, descobri através dos estudos, alguns conceitos importantes.  A ideia de museu vai além da preservação: conservam, investigam, comunicam, interpretam e expõem a história.

Um pouco de história...

Na Idade Média, o hábito de reunir obras de arte era demonstração de prestígio para a elite feudal.  O avanço do conhecimento, a influência dos enciclopedistas e a Revolução francesa fazem surgir o conceito de coleção como instituição pública, chamada "museu".
Como a escola, o museu era um espaço que destinava-se para poucos. O museu servia para guardar e expor objetos de figuras ilustres e raridades.
Francisco Regis Lopes Ramos (2004) comenta que, nos museus de História, os objetos eram reunidos para compor uma pedagogia da glorificação de indivíduos de destaque. Na escola, também ensinavam sobre homens ilustres que faziam coisas inéditas, grandiosas e fantásticas.  Escolas e museus eram templos onde se transmitiam saberes e se admiravam objetos.

Na contemporaneidade....

Os debates sobre o papel educativo dos museus afirmam que o objetivo não é mais a celebração de personagens, mas a reflexão crítica. Se antes os objetos eram contemplados, agora necessitam ser interpretados.
Mas a crítica pela crítica não é suficiente, para assumir o papel instrutivo, o museu, precisa de ações educativas que promovam a interação das pessoas com o próprio, buscando o desenvolvimento de uma educação relacionada à percepção do mundo.









03 dezembro, 2016

A compreensão do tempo-espaço no processo identitário






      
         







          Bauman (2005), nós fala da fragmentação de nossas identidades culturais. Atribui à globalização, como um grande fator que influencia na construção de nossas identidades.
         Avanços tecnológicos no transporte e na comunicação, cada vez mais liga o local ao global.
         Hall (2011), aponta que uma das principais consequências da globalização seria a compreensão do tempo-espaço. As distâncias se encurtaram e um fato ocorrido do outro lado do mundo, têm impacto imediato sobre pessoas e lugares próximos a nós.  Tudo acontece ao mesmo tempo, são milhares de informações sendo processadas, assim as identidades se tornam desvinculadas de tempos, lugares, histórias e tradições.
          Necessariamente o sentimento de pertencimento vem atrelado a todo esse contexto citado.  Fazer parte de espaços coletivos, como a escola, é a base da integração do indivíduo ao meio em que vive.  

30 novembro, 2016

Enriquecimento das aulas através da leitura visual





Antiga ponte pênsil, que ligava Tramandaí à Imbé - Foto Rosane Fernandes de Souza







Em Estudos Sociais estamos analisando a fotografia como objeto e recurso de memória.  Se gostei do tema?  Claro que sim, a fotografia sempre marcou minha história, aliás não só marcou como fez e faz parte de minha trajetória pessoal e profissional.
Infelizmente não tenho registros fotográficos, como docente, da época que comecei a dar aula. Porém com o advento da fotografia digital comecei eternizar, nos últimos anos, grandes momentos com meus alunos.
                                                 
      
PáscoaImbé: 1º/04/2015, créditos de imagem Fabiana Pieruccini

Meu Brasil
Imbé,09/05/2015
Crédito de imagem: Angela Pires


As primeiras fotos são relacionadas a minha região de atuação como docente, Imbé e Tramandaí, elas são utilizadas como objeto de análise de como era o local que agora vivemos.
Gosto de aplicar a fotografia como uma linguagem educacional que se agrega as demais, pois ela apresenta uma interdisciplinaridade própria, assim podemos implementar este recurso nas aulas de Português, História, Geografia, Ciências e tantas outras, despertando no aluno o desejo de aprender através da linguagem visual.
"De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório." Bresson






15 novembro, 2016

Alfabetização matemática

Às crianças por si só são observadoras,  muitas vezes estão atentas para fatos que passam desapercebidos pelos adultos. Às vezes uma sombra, distância percorrida, troco que recebe no mercado,as comparações que estabelece com outra criança, enfim poderia citar inúmeros acontecimentos do dia a dia, que a ideia da matemática se faz presente.  Explorar esses momentos talvez seja a chave para aproximar nosso aluno desta ciência que muitas vezes é temida, então desmistificar, a matemática, passa ser um viés importante.
Outro fator importante neste processo é o conhecimento que o aluno tem acerca destas questões, o que é grande ou pequeno, cheio ou vazio, muito ou pouco,  são ideias que auxiliarão exatamente na conceitualização da matemática,  dessa forma fica fácil de abordá-la já na educação infantil.
Quando aparece a alfabetização matemática?  Justamente onde entende-se que ela aparece como um instrumento para a leitura do mundo, superando a ideia de apenas decodificação  dos números e a resolução das quatro operação básicas.



09 novembro, 2016

Por que devemos falar do passado?













Poderia inicialmente citar uma série de vantagens em relatar fatos, histórias ou momentos do passado, porém a Pedagogia tem avançado em um movimento de intensa pluralidade, porque mostra-me vários aspectos em uma única abordagem.
A maneira que aprendi história, se é que absorvi algo, foi copiando na biblioteca textos infindáveis das enciclopédias. Que registro de aprendizagem ficou armazenado em minha memória? Bom em termos de conteúdo, quase nada.  Não posso fadar o meu aluno ao mesmo destino.
Representação do mundo pelos Estudos Sociais, fala exatamente de vida, quem são essas pessoas que constituem a história? São povos, celebridades ou pessoas comuns? Acredito que somos todos nós, o passado e o presente fundindo-se como forma de constituição de um futuro.
Então a história antiga é importante? Mas é claro que sim, mas também precisamos entender nossa própria representatividade no tempo e espaço que ocupamos.
Entender quem somos, auxilia-nos no processo entendimento do passado fazendo-nos avançar e projetar o amanhã.
Por isso que gosto tanto de trabalhar com os pequenos, porque depositamos neles estruturas embrionárias que poderão crescer de forma gradual.
Assim tornar-se-ão críticos, levantando suas próprias hipóteses, argumentando e avaliando fontes.  Através da pesquisa poderão interpretar o passado desenvolvendo suas habilidades e constituindo suas competências. 

05 novembro, 2016

Ser professor é ser pesquisador!







“Se o professor pretende ensinar algo, ele precisa saber esse algo que pretende ensinar. Ele precisa questionar-se a respeito de como sabe aquilo que pretende ensinar. Precisa questionar-se também se sempre soube o que sabe e aquilo que ensina. Embora tenha a sensação de que sempre soube, isso não corresponde à realidade.”
Foi nesta semana que esta citação da professora Tânia Marques, veio em minha mente.  Estava realizando uma atividade de matemática, mais precisamente sobre classificação e o que a princípio parecia ser um exercício de fácil resolução, acabou virando um objeto de pesquisa.
Montei uma atividade no PowerPoint onde apareciam vários alimentos em uma cesta, de outro lado haviam três caixotes,onde esses alimentos deveriam ser separados e classificados como frutas, verduras ou grãos. Percebi que a ideia que eu tinha a respeito de grãos estava equivocada por achar que o feijão se enquadrava nesta classe, aí fui pesquisar e verifiquei que plantas como feijão, ervilha e amendoim não podem ser chamadas de cereais – portanto, suas sementes não são grãos. A razão é bem simples: eles não fazem parte da família das gramíneas – são, na verdade, da família das leguminosas. Aí, a regra é até mais simples: as sementes do feijão, da ervilha e do amendoim chamam-se apenas… sementes.
Assim também alguns legumes como berinjela e o tomate surgiram dúvidas a respeito de sua classificação.
E que os legumes como feijão, ervilha, amendoim e lentilha também são um tipo de fruto, que têm como característica o fato de serem duros, secos e terem as sementes protegidas por uma vagem.
Nas feiras a rigidez da classificação científica dá lugar a um critério bem mais simples: os frutos doces são chamados de frutas e o resto vira legume. “Não se trata de uma definição técnica, mas de uma distinção popular que se consagrou pelo uso”, afirma o biólogo Marcos Arduin, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar).
Dessa forma, frutos adocicados, como o abacate, o caqui, a uva e a banana, recebem o nome de frutas. Outros mais salgados ou azedos – como o tomate, o chuchu e a berinjela – são considerados legumes. “Esse estilo de classificação ampliou a categoria dos legumes. Com ele, há espaço para incluir raízes (como a cenoura e o rabanete), ramos (como brócolis) e grãos (como o arroz e o girassol)”, diz Marcos.
Vivendo e aprendendo, é o ditado é popular mas muito coerente. Voltando a reflexão inicial posso afirmar que o professor é um eterno pesquisador.  Sempre acreditei conhecer a classificação geral dos alimentos, mas foi através da pesquisa cheguei a outras possibilidades.
Acreditamos ao longo da vida em várias hipóteses que acabam se transformando em verdades absolutas, mas é justamente essa desacomodação que minha profissão proporciona que me encanta.
Repensar conceitos e teorias, nos torna mais criativos também, pois além de gerar aprendizagens nos dá uma gama infinita de novas possibilidades.

Fontes:
http://mundoestranho.abril.com.br/alimentacao/qual-a-diferenca-entre-cereal-e-grao/
https://portalvilamariana.wordpress.com/2012/08/20/berinjela-e-fruto-fruta-ou-legume/

27 outubro, 2016

Ver  X  Olhar
Filosofando em Estudos Sociais

O pior cego é aquele que não quer ver...









Qual é a diferença entre ver e olhar?
No dicionário há pouca diferença entre um e outro, mas o significado agregado a cada terminologia e mais hermético.
Em um teste simples,onde entregamos figuras ambíguas para os alunos, já podemos encontrar um indício das percepções que cada um tem a 
respeito do mundo. 


Pato


ou


Coelho?



O que vemos primeiro? 
Podemos dizer que dependerá de uma série de fatores, porque nossas percepções estão intimamente ligadas às experiências de vida que cada um, ou que cada cérebro funciona de forma diferenciada.
Mesmo sendo uma figura com duplo sentido, fica evidenciado que muitas vezes percebemos algo  e outras pessoas não, e vice e versa.
Nosso cérebro às vezes, nos prega peças, nos condicionando a ver e reagir de uma forma, muitas vezes, superficial.
Deixamos de lado nossa capacidade analítica, assim sendo vemos, mas não enxergamos.
Cada situação se apresenta de forma única, e mesmo condicionados a fazer um rápido juízo de valor, precisamos desenvolver nossa capacidade de analisar determinado fato e abandonar velhos pré-conceitos. 
 Devemos analisar de forma  minuciosa, considerando dados e possibilidades. Assim poderemos chegar a conclusões mais sensatas, poderemos assim ter uma visão abrangente do mundo que nos cerca.
Precisamos entender o tempo e espaço que ocupamos, como forma de buscar uma identidade e de interagir com o meio.




23 outubro, 2016

Representação do Mundo pela Matemática











O que falar da matemática,  uma vez que minhas experiências não foram boas, nesta disciplina, na época de escola?
Chego a ter recordações traumáticas da matemática. Lembro-me de passar horas tentando "decorar" a tabuada, para as provas.
Percebo hoje, que se tivesse vivenciado está disciplina de forma mais concreta,  talvez minha percepção seria outra. Simplesmente eu não conseguia entender a aplicabilidade do que estava tentando aprender.
A proposta da primeira aula achei bem ousada, o professor disse que ao final do semestre o meu olhar poderia ser alterado de forma positiva com relação a essa disciplina!



Representação do Mundo pelas Ciências Naturais













Primeira aula desta interdisciplina e já foi o suficiente para despertar uma série de curiosidades e questionamentos.
Ciências  aparece como uma disciplina não bem vivenciada nos anos iniciais.  Geralmente trabalha-se Português, Matemática e a Ciência fica relegada a um segundo plano.




06 outubro, 2016

Representação do Mundo 

pelos Estudos Sociais
A proposta da interdisciplina, nesta semana, são  reflexões acerca do tempo e o espaço na escola.
A atividade consiste em criar um poema sobre o tema, então toda a expressão artística capaz de emocionar pela beleza, criatividade ou na mensagem que carrega em si, traz-me um contentamento inenarrável.
Não sou poetiza, não me preocupei "muito" com a métrica, voltei meu olhar para a linearidade do tempo que foi discutido em sala. 
Que tempo é esse?