16 junho, 2015

        Falando um pouco sobre o PNAIC:
                                                        (2º Ano - 2014 - arquivo pessoal)

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, visa a formação continuada de professores e distribuição de material didático para as escolas públicas, mas analiso que curso foi ao encontro das necessidades emergentes da alfabetização.
Ouvi de minhas colegas muitos relatos a respeito deste programa do governo, mas uma em especial me chamou a atenção:
“- Já uso em sala esses métodos...”
Acredito que muito do que foi estudado em nossa formação, realmente já foi aplicado em sala de aula, porém o PNAIC sistematizou conteúdos e apresentou atividades práticas altamente aplicáveis, lúdicas e contextualizadas.  Transformou o plano de trabalho em uma ferramenta mais completa, evidenciando a globalização dos conteúdos propostos.

Se o PNAIC vai acontecer esse ano realmente eu não sei, mas ele deixou um gostinho de quero mais para minhas práticas.

15 junho, 2015

                      AVALIAÇÃO

Termina o 1º trimestre e a avaliação se faz necessária como forma de identificação das internalizações realizadas pelos nossos alunos através dos conteúdos apresentados pelo educando.
Logo no começo do nosso curso o professor nos falou que provas não seriam feitas, porém o modo de avaliação dar-se-ia através das postagens realizadas e as atividades propostas no moodle, fiquei surpresa, pois sempre fui avaliada da maneira mais tradicional possível. 
Tal prática me inspirou no sentido de repensar o tipo de avaliação realiza com meus alunos.
Apesar de ser através de pareceres a forma avaliativa empregada para o 2º ano, achei interessante agregar outros questões, tais como:
*O aluno consegue aplicar no seu dia a dia o que é visto em sala de aula?
*Como ele repassa as informações vistas em sala para sua família?
*O aluno pode ser um agente transformador de sua realidade?
Observando essas questões fica mais fácil de entender o processo de aprendizagem que cada um vivencia e aí chegar mais próximo de um entendimento que cada um estabelece com o seu próprio meio.  O que adianta ele aprender "conceitos" na escola se não tiver uma empregabilidade em sua vida?

09 junho, 2015



Vista minha pele
        Assistindo ao filme: Vista minha pele a primeira palavra que veio em minha mente foi empatia.  Não tem como ver o filme e não se colocar na  própria pele da protagonista.
Viver em uma realidade onde tudo está voltado para uma determinada raça é cruel: mídias, produtos, serviços, brinquedos enfim um universo de possibilidades voltado para atender especificamente uma única cultura.
Um dos assuntos que realmente despertou meu interesse foi o multiculturalismo, pensar na prática o que eu posso fazer "hoje" para repensar certas posturas é instigante e desafiador.
Para começar trabalhei com meus alunos a identidade de cada um nome e sobrenome,  explorando em casa seus antepassados e sua própria história.
Em um segundo momento li para eles o livro Menina Bonita do Laço de Fita, já havia trabalhado com este livro várias vezes, mas desta vez foi diferente, pois trabalhar este tema com um embasamento teórico ficou muito mais consistente o resultado.
E o trabalho seguirá buscando outros recursos e algumas mídias diferentes, com o intuito de ampliar o contexto de meus alunos e despertando neles novos olhares, sobre raças, culturas, hábitos e histórias de outros povos.






25 maio, 2015



Manifesto dos educandos sem fronteiras





Ao ver o vídeo recordei a citação do artigo de Miguel G. Arroyo, onde diz: ..." Não é apenas de margens, mas separados, por muralhas, muros. As margens e as fronteiras são aproximáveis, os muros, muralhas são impeditivos de tentar passar. Construídos pelos coletivos que estão dentro, para impedir qualquer tentativa de passagem dos de fora. São os de dentro que se defendem e defendem seus territórios, cercando-os de muralhas e cercas. São eles que se dignam abrir as fronteiras, oferece ou não vistos, passaportes, ou exterminar aqueles ousados que se atrevem a ultrapassar os muros para sair de seu lugar."
Apesar do vídeo retratar o fardo para o aluno que é estar em sala de aula e Arroyo referir-se às barreiras excludentes de uma sociedade elitista, penso no caminho a ser trilhado em busca de uma educação  libertadora para todos, e que possamos plantar sementes diárias em nosso alunos de criticidade, autonomia, entendimento de sua identidade cultural e por aí vai,  para a construção de conceito novo de educação e de sua pedagogia.


19 maio, 2015

Multiculturalismo
O multiculturalismo é o reconhecimento das diferenças, da individualidade de cada um. Daí então surge a confusão: se o discurso é pela igualdade de direitos, falar em diferenças parece uma contradição. Mas não é bem assim. A igualdade de que se fala é igualdade perante a lei, é igualdade relativa aos direitos e deveres. As diferenças às quais o multiculturalismo se refere são diferenças de valores, de costumes etc, posto que se trata de indivíduos de raças diferentes entre si.
No Brasil, o convívio multicultural não deveria representar uma dificuldade, afinal, a sociedade brasileira resulta da mistura de raças - negra, branca, índia - cada uma com seus costumes, seus valores, seu modo de vida, e da adaptação dessas culturas umas às outras, numa “quase reciprocidade cultural”. Dessa mistura é que surge um indivíduo que não é branco nem índio, que tampouco é negro, mas que é simplesmente brasileiro. Filhos desse hibridismo e tendo como característica marcante o fato de abrigar diversas culturas, nós, brasileiros, deveríamos lidar facilmente com as diferenças. Mas não é exatamente isso o que ocorre.


Como nosso curso começou abordando este tema e em minha sala de aula vem evidenciando-se alguns conflitos sobre raça e religião principalmente, achei pertinente abordar mais profundamente o tema com meus alunos.



Esta semana vamos trabalhar os tipos de raça e suas peculiaridades, logo estarei postando fotos dos trabalhos realizados.


Leituras para o tema, neste caso, especificamente sobre as questões de raça.







11 maio, 2015

Datas Comemorativas


Homenagem ao Dia das Mães




27 Anos de Imbé



A semana que passou foi dedicada a duas datas representativas, foi uma semana intensa,voltada para a construção de cenários, confecção de figurinos e ensaios.
Nossos objetivos foram alcançados na medida que observávamos a satisfação dos alunos e das mães homenageadas.
A respeito das das comemorativas trabalhadas como festas temáticas dentro das escolas, acho que vale apena algumas reflexões.
- Quanto tempo nos envolvemos com tais tarefas?
- Qual é efetivamente o aproveitamento retirado por parte de nossos alunos destas atividades?
- Poderíamos utilizar nosso tempo, empenhado nestas tarefas, em atividades mais elaboradas no nosso dia a dia?
Gostaria de saber das colegas o que acham a respeito deste assunto, afinal ao recebermos o calendário escolar no início do ano, o mesmo apresenta uma infindável lista de datas comemorativas!!!!















27 abril, 2015


PROFESSOR MEDIADOR





21 abril, 2015

Dire Straits - Brothers In Arms [HD]


15 abril, 2015



14 abril, 2015


1° Encontro - 18/11/2014


O primeiro dia de aula, foi particularmente muito interessante, pois nos primeiros momentos percebi que o curso seria muito diferente do que eu realmente imaginava.
Vou tentar estabelecer no meu blog a cronologia entre às aulas de pedagogia e a aquisição de novos conhecimentos. Assim ficará mais fácil de estabelecer raciocínio linear.

31 março, 2015

Um pensamento para ilustrar nossa caminhada.